8 coisas que você aprendeu jogando Ragnarök Online

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Ragnarök Online foi lançado em 2002, mas só em 2004 é que chegou ao Brasil oficialmente. Talvez muitos por aqui lembrem que o jogo atingiu um sucesso entre os gamers da época, estampando rodas de discussões entre amigos e estourando entre os adolescentes que visitavam as lan houses.

O jogo continua na ativa até hoje ao lado da Level Up!, mas nesses 14 anos de existência muitos jogadores com certeza se lembram de bons momentos visitando Prontera, Morroc, Izlude, Geffen e muitos cantos perdidos de Rune-Midgard.

Pensando nisso e como os games são capazes de nos ensinar algumas coisas, hoje separamos uma rápida lista com oito coisas que Ragnarök Online nos ensinou durante todo esse período, confira!

8. Amizades podem durar para sempre

7. Planejamento é necessário para ser eficiente

Em Ragnarok, você podia criar o seu próprio estilo de personagem. Um “Kina” focado em proteger e fazer a frente para as batalhas. Um mercenário focado em quebrar o Imperium dos castelos. Ou o meu preferido: um Super Aprendiz lotado de agilidade para esquivar de golpes até de MVPs.

Mas tudo isso tinha uma etapa importante: as builds. Planejar é crucial para tornar seu personagem o mais eficiente possível — parece até uma lição para a vida, não é mesmo?

6. Uma guerra é mortalmente caótica

A Guerra do Imperium separava os guerreiros das lendas. E você tinha que ficar atento a todos os lados, senão um mercenário ou monge brotava nas suas costas pronto para te detonar com poucos acertos.

Por lá, você construia confiança com sua guilda e aprendia a proteger seus aliados. Tudo para superar os desafios do campo de batalha.

5. Paciência é fundamental para a melhoria

Ragnarök Online, principalmente antigamente, testava muito a sua paciência. Era sofrido conseguir pegar 1% da experiência nos níveis mais altos, e talvez essa seja uma lição importante: nem tudo vem rápido. É preciso treinar, melhorar e ser persistente para evoluir.

Menos quando um MVP brotava do nada do seu lado. Aí você implorava para os deuses nórdicos salvarem você da morte.

4. A união faz a força para derrotar os chefes

Coordenação em equipe era fundamental, seja nas batalhas contra MVPs ou nas guerras PVP.

Cada pedaço da “party” era valorizada: o tanque fazia a frente, os personagens de dano derretiam os adversários e os sacerdotes eram cruciais para manter todos de pé nos momentos mais intensos.

De dano à cura, todos cumpriam o seu papel!

3. Há sempre alguém sacana à sua espreita

Lá está você, conversando com seus amigos ou simplesmente relaxando na frente de Prontera. Mal você sabe que, quando menos se espera, algum sacana passa ao seu lado quebrando dez mil Galhos Secos e Galhos Sangrentos e invocando todos os chefes do jogo ali do seu lado.

Isso era beeeeem comum. Tão comum quanto você sentar de boas e alguém chegar macetando o botão de “insert” nas suas costas…

2. A ambição pode ser uma grande inimiga

E quando você resolve juntar um monte de “mobs” para ganhar XP mais rápido e acaba morrendo?

E quando você está de boas ao lado do ferreiro aumentando a sua arma e bate a vontade de aumentar aquela sua espada +7 para +8? Mas há o risco de quebrar, não há?

E se você perder os zenys?

Mas… É uma arma +8!

Mas e se der errado?

Aaaaaaaaaa, a dúvida!

Quebrou! ):

1. Noções avançadas de economia em Prontera

Passear por Prontera era sentir a tentação de gastar os seus zenys na primeira loja que você abria, não é mesmo?

Mas calma: pouco a pouco você aprende que o mercador do lado pode ter uma oferta melhor e mais barata para o seu bolso.

A cidade era perfeita para você aprender muitas coisas sobre economia e como lucrar ou aproveitar das leis de oferta e procura. Tudo isso sem sair da frente do game, hein?

Fonte: theenemy.com.br

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